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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Músicas para cozinhar

Já notou que quando a gente começa a cozinhar dá vontade de ligar o som pra ouvir uma música inspiradora? Pois é.

Então, por entendermos um pouco sobre música e também sobre gastronomia,  resolvemos montar uma playlist que, além de te animar na hora de cozinhar, também vai te inspirar com letras que tratam justamente de comida. Abre o Youtube aí e curte o som:

Chocolate – Tim Maia



Tem como não ficar feliz ouvindo esse clássico do Tim Maia? A gente entende muito bem porque ele só quer chocolate, não é? Delícia de som e de doce!

Feijoada Completa – Chico Buarque



Chico, traz todos os amigos aqui pro Aruanã,afinal de contas, aqui tem feijoada pra todos os amigos e tem também cerveja geladíssima pro batalhão! Não dá trabalho pra mulher não.

Não é proibido – Marisa Monte



“Jujuba, bananada, pipoca. Cocada, queijadinha, sorvete. Chiclete, sundae de chocolate, uuuuh”. Diz aí se não dá vontade de voltar pros almoços na casa da avó ouvindo essa música da Marisa? Tá liberado comer doce sim!

Caviar – Zeca Pagodinho



Zeca, aqui no Aruanã não precisa ter bala na agulha pra comer caviar não, viu? Venham  provar nossos peixes incríveis!

Lollipop – MIKA




Pirulito também pode! E o Mika prova que pode criar uma música inteirinha sobre o doce! Curte aí.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Patê pra tudo!

É final de semana e você está pensando em chamar os amigos para irem até sua casa, o que servir? Uma opção simples e prática são os patês, que matam a fome e ainda ficam refinados quando acompanhados com vinho e sucos refrescantes.

Uma opção bem baratinha é o patê de sardinha. Para ele você vai precisar de uma lata de sardinha, requeijão, cenoura, cebola, sal e ervas a gosto.

O primeiro passo é ralar a cebola e a cenoura, depois misturar com os restantes dos ingredientes e servir com uma torradinha crocante!

Para os amantes de azeitona, ensinamos a fazer um patê de azeitona preta. Você vai precisar ter em casa, mais ou menos, 200 g de azeitona preta sem caroço, ricota fresca, creme de leite, dois filés de anchova escorridos, azeite e sal a gosto. 

O modo de preparo é simples. No processador, bata todos os ingredientes até obter uma pasta homogênea. Transfira para uma tigela, cubra com filme plástico e leve à geladeira durante 30 minutos ou até servir.



E por último, o patê que vamos te ensinar a fazer é de queijo e brócolis. Esse é um pouquinho mais complicado, requer mais tempo para preparar, mas vale a pena!

Você vai precisar de duas xícaras de buquezinho de brócolis, três dentes de alho picados, oito colheres (sopa) de azeite, água, mais ou menos 400 g de queijo caseiro, sal e pimenta calabresa a gosto.

Em uma panela, deverá refogar os brócolis e o alho no azeite em fogo médio por um minuto. Depois, adicione a água, tampe e cozinhe por 15 minutos ou até ficarem macios. Transfira para o processador. Junte o queijo, o sal e a pimenta e pulse até obter uma pasta homogênea. Sirva com torradas de pão italiano.



Gostaram das dicas? Depois conta pra gente se deu certo! 

terça-feira, 5 de agosto de 2014

O verdadeiro molho bolonhesa

A associação de fazendeiros italianos Coldiretti deu início a uma campanha para promover a receita original do molho bolonhesa. Para a Coldiretti, "o termo bolonhesa é o mais usurpado da cozinha italiana, utilizado internacionalmente para indicar molhos de procedência duvidosa condicionados em latas ou caixas". Infelizmente, a crítica feita ao bolonhesa e tantos outros molhos encontrados por aí é verdadeira.

Então, para tentar revelar a receita tradicional, 440 chefs de restaurantes italianos em 50 países prepararam o "verdadeiro" bolonhesa para seus fregueses.


A receita que o sindicato promove foi patenteada em 1982 pela Câmara de Comércio da cidade de Bolonha, cidade que, segundo historiadores, é a mãe da receita. Além de carne, os ingredientes são bacon, manteiga, tomate, cenoura, cebola, aipo, ervas, alho, vinho branco e leite.

Outra surpresa para muitos cozinheiros é o fato de que a massa recomendada não é o espaguete, e sim o tagliatelle, mais achatado. Uma receita de 1972 dá até a espessura da massa original: 8 milímetros – para alegria dos amantes de massas italianas! E o molho deve ser misturado à massa na panela, e não no prato.

Se você sabe italiano aproveite para ler a receita oficial:

Ragù alla bolognese, ricetta ufficiale

Questa è la ricetta ufficiale del Ragù Bolognese depositata nell'ottobre del 1982 dalla delegazione di Bologna dell'Accademia Italiana della Cucina presso la Camera di Commercio Industria Artigianato e Agricoltura di Bologna allo scopo di garantire la continuità ed il rispetto della tradizione gastronomica bolognese in Italia e nel mondo.
Questo sugo è tradizionalmente servito con le tagliatelle all'uovo fatte in casa, ma condisce anche altri tipi di pasta come le lasagne al forno , i cannelloni ecc.
La cartella è un taglio di carne di manzo ricco di grasso vicino alla pancia che, insieme alla pancetta, determina l’untuosità tipica di questo sugo.
Se non potete o avete voglia di fare le tagliatelle in casa la sostituzione migliore sono le Indomabili Latini :meglio di quelle fresche!
Ingredienti
Per 4 persone
  • 300 gr di cartella di manzo
  • 50 gr carota gialla
  • 50 gr di costa di sedano
  • 50 g di cipolla
  • salsa di pomodoro 5 cucchiai ovvero estratto TRIPLO 20 g
  • vino bianco/​rosso 1⁄2 bicchiere
  • 200 g di latte intero
  • sale e pepe
Procedimento
Si scioglie nel tegame la pancetta tagliata a dadini, e tritata con la mezzaluna. Si aggiungono le verdure ben tritate con la mezzaluna e si fanno appas­sire dolcemente. Si aggiunge la carne macinata e la si lascia, rimescolando sino a che "sfrigola"; si mette il 1/2 bicchiere di vino e il pomodoro allungato con un poco di brodo, e si lascia sobbollire per circa 2 ore, aggiungendo volta a volta il latte, e aggiustando di sale e pepe nero.

Facoltativa ma consigliabile l'aggiunta a cottura ultimata della panna di cottura di 1 litro di latte intero.


Huum, é de ficar com água na boca!

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Receitinha da semana: caldo de abóbora moranga

Finalmente o frio chegou em terras campo-grandenses e nada melhor que unir os amigos e a família para tomar aquele caldo quentinho, aconchegante. Por isso vamos te ensinar como preparar um caldo especial de abóbora moranga, uma receita simples de fazer. Anote os ingredientes.




Você vai precisar de:

Abóbora-moranga
50g de manteiga
½ cebola cortada em cubos
1 xícara de creme de leite fresco
1 xícara de requeijão cremoso
Sal a gosto
Queijo a gosto 

Primeira descasque a moranga e corte em cubos pequenos, tire todo o miolo com as sementes e leve os pedaços para cozinhar durante período de cinco a dez minutos. Quando estiver totalmente cozida, reserve a moranga e a água da fervura.

Bata no liquidificador a moranga e um pouco da água até virar uma pasta uniforme, dependendo do seu gosto. Depois, coloque na panela a manteiga e a cebola e deixe dourar, se quiser adicionar alho pode ser uma boa mistura. Depois de corada, despeje o caldo batido. Quando começar a cozinhar, junte o creme de leite, sempre misturando, o requeijão cremoso e deixe ferver.


Após o período de 10 a 20 min do caldo no fogo brando, ele vai engrossar. Acrescente sal a gosto. Sirva com um pouco de queijo gorgonzola ou qualquer outro queijo de sua preferência. Se for daqueles tipos carnívoros, pode fritar um pouco de bacon para dar o toque final no caldo! 

No Aruanã servimos vários tipos de caldos às quartas, quintas e sextas, no período da noite. Venha experimentar! 

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Cervejas e feijuca: como escolher

Se tem uma coisa que vai bem com tudo é a cerveja. Vai bem com o churrasco de domingo, vai bem com a macarronada de quarta-feira, vai bem até com arroz com ovo, mas a combinação especial, com certeza, é cerveja com feijoada. 

Quem ousa discordar que o feijãozinho preto, junto com aquela calabresa bem saborosa e aquele torresmo não combinam com uma cervejinha bem gelada?

É claro que quando se fala em harmonização de sabores a primeira bebida que vem em mente é o vinho, mas é legal deixar essa tradição pra lá e tentar entender como funciona a harmonização com uma bebida mais popular, como a cerveja.

As regras são bem claras: quanto mais gordurosa e pesada for a comida mais forte deve ser a cerveja. O mesmo vale para sabores apimentados, que são harmonizados com uma mais amarga e lupulada.

Por exemplo, para acompanhar um prato de carne com molho intenso, deve-se buscar as bebidas mais encorpadas e complexas. Se a preparação for rica em gordura,como costuma ser com as feijoadas, recomenda-se cervejas bastante lupuladas, carbonatadas e com alto teor alcoólico. Já para acompanhar pratos leves e frutos do mar, o ideal é recorrer às cervejas de trigo ou às tradicionais Pilsner.

Portanto, quando tem feijoada tem cerveja forte. Invista na Heinekein, por exemplo, já que tem sabor
bem marcante, amargo, e é uma das mais fortes do mercado.

Aqui no Aruanã você encontra várias opções para testar. Experimente nossa feijoada com Heinekein, com Stella, com a tradicional Skol, ou até com a Original, mas não deixe de nos contar qual foi a preferida!

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Sushi lovers, apresentem-se!


Difícil conhecer alguém que não goste de sushi, é mais comum encontrar alguns apaixonados pela iguaria do que o contrário. Fato é que os pratos japoneses ganharam os brasileiros com força total.

sushi é uma iguaria ancestral, tradicionalmente japonesa, que se estendeu à gastronomia  contemporânea global – é amado em cada canto do mundo. Ele se baseia na preservação do peixe no arroz mergulhado em molho de vinagre, açúcar e sal, mas se engana quem acredita que somente o salmão pode compor este prato.

Ele é apenas um dos elementos que integra o sushi. Alguns vegetais, ovos ou frutas podem servir de ingrediente também. Os japoneses apreciam muito adicionar o famoso molho de soja, o shoyu, e um tempero típico do Japão, o wasabi -- este item é indispensável na cozinha japonesa e tem aproximadamente 200 anos de existência, pelo menos da forma como ele é consumido no mundo moderno. Já o sushi era comercializado em barracas, consumido ao ar livre.

O elemento indispensável do sushi e de toda a gastronomia japonesa, em geral, é o arroz, levado ao fogo cuidadosamente, pois sua contextura e a firmeza são essenciais. A quantidade de vinagre também é vital, pois seu sabor não pode predominar sobre o do arroz. Nessas horas vale ter aquele jeitinho brasileiro para acertar no sabor.

E por que peixe com arroz? Há mais de mil anos os japoneses só conheciam uma técnica de preservação do peixe, depositá-lo entre vários estratos de arroz, o qual era naturalmente fermentado, secretando as substâncias químicas que permitiam a esta carne permanecer em ótimas condições. Aos poucos, este povo passou a consumir os dois ingredientes juntos.

Os japoneses introduziram gradualmente sua culinária no Brasil; nos anos 20 o sushi passou a constar dos cardápios de alguns restaurantes. Aos poucos este prato também recebeu elementos da cultura brasileira, ou seja, acréscimos de iguarias locais. Hoje é norma que ele seja produzido com temperos nacionais, dando uma abrasileirada no sushi e sashimi japonês.

Aqui no Aruanã servimos o prato aos domingos, vem experimentar!


segunda-feira, 23 de setembro de 2013

O segredo do pudim

Você comprou os ingredientes para fazer aquele pudim lisinho igual ao de sua avó. Preparou os ovos, o leite condensado e o açúcar. Ficou um tempão para escolher em qual forma faria. Começou a se arriscar batendo os ingredientes, colocou no forno, até que ele ficou pronto. Mas, para surpresa, ele ficou cheio de furinhos, bem diferente do que sua vó fazia. Por que isso aconteceu?

Uma das explicações dadas pelos chefs é a seguinte: para um pudim lisinho, sem furinhos, não pode bater muito tempo a massa. O segredo está na mistura, que deve ser rápida para não insuflar as células do ovo de ar.

Agora, se você bateu muito a mistura, dá pra coar a massa, eliminando a espuma. Além disso é preciso assar em temperatura abaixo dos 200 graus e em banho maria.

Mas, digamos que você é fã daquele pudim bem fofo e todo furadinho, o processo é justamente o inverso. Bata bastante a massa, a deixando bem areosa e coloque para assar em alta temperatura.


Aqui no Aruanã todo dia é dia de pudim! E, olha, confessamos que somos fãs dos dois tipos, com ou sem furinhos! Venha experimentar o queridinho da nossa casa e nossa mesa deliciosa de sobremesas. Visite-nos na rua Rui Barbosa, 3987A e confira!